• PRELEC

    Protocolo de Avaliação dos Pré-Requisitos Essenciais para a Leitura, Escrita e Compreensão


    O PRELEC foi desenvolvido para investigar os processos fundamentais que sustentam o desenvolvimento da leitura, da escrita e da compreensão. Ele permite compreender quais habilidades estão preservadas, quais necessitam de estimulação e como essas informações podem orientar intervenções mais precisas.


    Estruturado a partir dos conhecimentos da neurociência cognitiva, o PRELEC oferece ao profissional uma avaliação organizada, prática e altamente aplicável tanto no contexto clínico quanto escolar.


    Indicado para crianças a partir dos 5 anos de idade. Pode ser utilizados para investigar dificuldades na leitura, escrita e compreensão textual que aparecem em adolescentes e adultos. Perfeito também  para a avaliação do funcionamento cognitivo de neurodivergentes.


    Avalia habilidades cognitivas importantes para a aprendizagem sistematizada, como:

    • Orientação espacial e temporal
    • Coordenação visuomotora
    • Coordenação motora fina
    • Discriminação visual e auditiva
    • Atenção, concentração, memória 
    • Integração sensório-motora
    • Organização gráfica
    • Ditado
    • Leitura e escrita espontânea
    • Lógica e estruturação do pensamento
    • Planejameto executivo
    • Consciência fonológica
    • Classificação e sequenciação
    • Compreensão

    Possibilita o cálculo do SVE, a Síntese de Vulnerabilidade Escolar, que indica os eixos cognitivos em defasagem que dificultam o processo de alfabetização.


    Traz guia pedagógico orientador de intervenções de acordo com os resultados obtidos no protocolo.


    O PRELEC é indicado para a avaliação clínica e escolar, oferecendo:

    • Avaliação organizada e estruturada.
    • Aplicação prática e objetiva.
    • Integração entre avaliação qualitativa e quantitativa.
    • Fundamentação em evidências científicas.
    • Auxilia no planejamento das intervenções.

    Com o Prelec, o profissional consegue identificar: 

    • Quais habilidades estão preservadas.
    • Quais pré-requisitos ainda precisam ser desenvolvidos.
    • Como a criança organiza seu processo de aprendizagem.
    • Quais processos podem estar relacionados às dificuldades observadas.
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  • ANA

    Avaliação Neuropsicopedagógica da Atenção


    A atenção constitui uma das funções cognitivas mais importantes para o desempenho acadêmico. Dificuldades atencionais podem comprometer a leitura, a escrita, a resolução de problemas matemáticos e a organização das atividades escolares.


    O ANA foi desenvolvido para investigar diferentes componentes da atenção por meio de tarefas estruturadas e instrumentos de observação que auxiliam o profissional na construção de hipóteses mais consistentes.


    Pode ser usado a partir dos 5 anos de idade ( para triagem e observação da maturação atencional), sendo muitíssimo relevante a partir dos 7 anos (para avaliação e monitoramento da funcionalidade atencional), período em que as demandas diárias passam a exigir maior controle atencional, organização e persistência.


    O ANA proporciona avaliação qualitativa e quantitativa dos componentes executivos relacionados à funcionalidade atencional:

    • Atenção seletiva
    • Atenção sustentada
    • Atenção alternada
    • Controle inibitório
    • Velocidade de processamento
    • Persistência
    • Precisão
    • Organização da resposta

    É composto por 6 subtestes padronizados, escalas de observação atualizadas, questionários complementares.


    O ANA é verdadeiramente um guia de raciocínio clínico estruturado. Todas as informações sobre a aplicação, pontuação, análise  e intervenções relacionadas aos resultados obtidos são encontradas no manual de Aplicação.


    É indicado Ideal para a investigação de dificuldades atencionais, para avaliações psicopedagógicas, neuropsicopedagógicas, psicológicas, em contexto cínico e escolar e ainda para o

    planejamento seguro de intervenções que alcançam as dificuldades encontradas no teste.


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  • ANNCoF

    Avaliação Neuropsicopedagógica dos Níveis de Consciência Fonológica


    Antes da leitura, existe um conjunto de habilidades fundamentais que precisa ser compreendido, que juntas, integram a consciência fonológica.


    O ANNCoF foi desenvolvido para investigar, de maneira organizada, os diferentes níveis da consciência fonológica, permitindo ao profissional identificar quais habilidades já foram consolidadas e quais ainda necessitam de intervenção.


    A consciência fonológica, é considerada um dos principais preditores do sucesso na alfabetização, tornando sua avaliação indispensável para profissionais que atuam com aprendizagem.


    Indicado a partir dos 6 anos, o ANNCoF avalia: 

    • Consciência de palavras
    • Rimas e Aliterações
    • Segmentação silábica
    • Síntese silábica
    • Manipulação silábica
    • Consciência fonêmica
    • Manipulação fonêmica

    Além da avaliação qualitativa e quantitativa dos níveis de consciência fonológica, o protocolo ainda traz um Guia de Orientação para o planejamento de intervenções de acordo com os resultados obtidos no teste.


    O ANNCoF avalia os níves de consciência fonológica de maneira progressiva e estruturada, tornando vísível o modo como o aluno organiza o processamento da linguagem sonora.





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  • PRACOM

    Protocolo de Avaliação Cognitiva Matemática


    O PRACOM foi desenvolvido para investigar as habilidades cognitivas relacionadas à aprendizagem matemática, permitindo compreender como a criança organiza seu raciocínio lógico, interpreta quantidades e resolve problemas


    Baseado na Neurociência Cognitiva, o Protocolo oferece uma avaliação estruturada e segura ampliando o raciocício clínico do profissional sobre dificuldades básicas e complexas que estão intimamente relacionadas ao ato de aprender. 

    Assim, o objetivo do protocolo é fornecer informações que orientem intervenções mais eficientes, respeitando o perfil de aprendizagem de cada estudante.


    Indicado a partir dos 5 anos de idade, o PRACOM também pode ser usado para avaliar dificuldades relacionadas ao pensamento lógico observadas em adolescentes e em adultos. O Protocolo ainda oferece adaptações de aplicação e análise que consideram neurodivergentes e pessoas com deficiências intelectuais.


    O PRACOM avalia: 

    • Noção numérica
    • Contagem e cardinalidade
    • Comparação de quantidades
    • Sequências
    • Raciocínio lógico
    • Resolução de problemas
    • Operações fundamentais
    • Organização espacial aplicada à matemática

    O PRACOM permite avaliação qualitativa e quantitativa por eixos neurofuncionais (senso númerico, sequência e organização lógica, processamento visuoespacial, memória de trabalho, funções executivas).


    A avaliação quantitativa conta ainda com o cálculo do NVM (Índice de Vulnerabilidade Matemática), que aponta o que deve ser trabalhado com o aluno, dependendo do seu nível de desenvolvimento cognitivo, para que o raciocínio lógico-matemático e habilidades relacionadas, sejam estimuladas.


    O PRACOM conta também com materiais complementares de maior complexidade, que podem ser baixados  e usados em futuras avaliações e intervenções.


    O PRACOM traz um guia de planejamento pedagógico interventivo para auxiliar o profissional no planejamento de ações resolutivas, de acordo com os resultados obtidos.

    Saiba mais.

Perguntas frequentes sobre os protocolos avaliativos:

  • Como recebo meu material?

    Após a confirmação da compra, o Kit do protocolo escolhido é enviado para o endereço informado no pedido. 

  • Quem pode utilizar os Protocolos FocoEnsina?

    Os protocolos foram desenvolvidos para profissionais habilitados que atuam na avaliação e intervenção das dificuldades de aprendizagem, como psicopedagogos, neuropsicopedagogos, fonoaudiólogos, pedagogos e outros profissionais da área educacional ou da saúde, conforme sua formação e regulamentação profissional.

  • O protocolo acompanha manual?

    Sim. Cada protocolo acompanha um manual técnico completo, elaborado para orientar todas as etapas do processo avaliativo, incluindo objetivos, materiais necessários, aplicação, critérios de interpretação, integração dos resultados, guia de intervenções e recomendações para utilização clínica e educacional.

  • O material acompanha folhas de registro?

    Sim. O kit acompanha 5 folhas de registro numeradas para a aplicação inicial do protocolo. Caso necessário, reposições destas folhas podem ser adquiridas separadamente no site.

  • Os protocolos possuem fundamentação científica?

    Sim. Todos os protocolos foram desenvolvidos com base em conhecimentos atuais da Neurociência Cognitiva, Desenvolvimento humano, Educação e áreas correlatas, buscando oferecer instrumentos organizados e alinhados às evidências científicas sobre aprendizagem e desenvolvimento.

  • Posso utilizar o protocolo na escola?

    Sim. Os protocolos foram desenvolvidos para utilização tanto em contextos clínicos quanto educacionais. Eles auxiliam na investigação das dificuldades de aprendizagem e fornecem informações que podem contribuir para o planejamento pedagógico e para intervenções mais direcionadas.

  • Os protocolos são indicados para quais idades?

    Cada protocolo possui indicações específicas de faixa etária e objetivos de avaliação. Essas informações estão disponíveis na página individual de cada instrumento, permitindo ao profissional escolher a ferramenta mais adequada para sua necessidade.

  • Quanto tempo leva a aplicação?

    O tempo de aplicação varia conforme o protocolo e os objetivos da avaliação. Cada manual apresenta orientações detalhadas sobre a duração estimada, organização da sessão e recomendações para diferentes contextos de aplicação.

  • Os protocolos auxiliam na elaboração da intervenção?

    Sim. Um dos principais diferenciais da Linha de Protocolos FocoEnsina é fornecer informações que apoiam o planejamento das intervenções. Os resultados obtidos permitem compreender melhor as habilidades preservadas, as dificuldades identificadas e os aspectos que devem ser priorizados no acompanhamento do estudante.

  • Preciso ter experiência para utilizar os protocolos?

    Não necessariamente. A estrutura dos materiais, aliada ao manual técnico, foi desenvolvida para orientar o profissional em todas as etapas da utilização do protocolo, tornando sua aplicação mais segura e organizada.

  • Os protocolos são registrados?

    Sim. Todos os Protocolos Avaliativos FocoEnsina são obras intelectuais desenvolvidas por nossa equipe técnica e possuem os registros legais cabíveis para proteção da propriedade intelectual.

    Além disso, cada material é resultado de um processo próprio de desenvolvimento, fundamentado na Neurociência Cognitiva, e em evidências científicas atuais, garantindo originalidade, qualidade técnica e segurança para os profissionais que utilizam nossos instrumentos.

  • Os protocolos são atualizados?

    Sim. A FocoEnsina mantém um processo contínuo de revisão e aprimoramento de seus materiais, incorporando novos conhecimentos científicos, aperfeiçoamentos técnicos e melhorias que contribuam para uma prática profissional cada vez mais qualificada.

  • Por que escolher os Protocolos FocoEnsina?

    Porque eles foram desenvolvidos para ir além da simples aplicação de tarefas. Cada protocolo organiza o raciocínio do profissional, integra avaliação qualitativa e quantitativa e transforma os resultados obtidos em informações úteis para o planejamento das intervenções.

    Mais do que instrumentos de avaliação, os Protocolos FocoEnsina representam uma metodologia estruturada para compreender como a criança aprende.

  • O que torna os Protocolos FocoEnsina diferentes de outros instrumentos de avaliação?

    Os Protocolos Avaliativos FocoEnsina foram desenvolvidos para oferecer mais do que uma sequência de atividades. Cada instrumento integra fundamentação científica, aplicação estruturada, interpretação orientada e direcionamento para intervenções, permitindo que o profissional compreenda a aprendizagem de forma ampla e organizada.

    Nosso compromisso é transformar a avaliação em um processo que gera conhecimento, segurança profissional e decisões mais assertivas, aproximando a prática clínica e educacional das evidências científicas mais atuais.